Agora estou escrevendo em um novo site:
www.poesiaceita.blogspot.com
A evolução é o objetivo da ação!
SIGA! ; )
Prosas (desatualizado)
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
QUE SEJA...
Tão especial e recíproco
Singelo, Fidedigno
Tão belo quanto à alvorada
Inefável, iluminada
Conectado por alguma empatia
Satisfação pela opção
Carência de energias positivas
Atração pela vibração
A parte que te preenche
Essência gratuita
Idiossincrático
O que só agrega
Um presente bem aproveitado
Recebido com alegria
Lembrado pelo âmago
Imensurável sua unidade
Objeto de euforia
Um compromisso selado, doação
Tradução da expectativa almejada
Realização na ação manifestada
Valorizada a melhor intenção
Um sinal do destino
Um acordo esta aliança
Analisado minuciosamente
Sinônimo de perseverança
...
Sinceridade... Entrega... Paixão...
Disposição... Procura... Contentamento...
Positividade... Espera... Dedicação...
Cooperação... Busca... Fortalecimento...
...
Incompreensão da perfeição
Um futuro melhor
Compreensão da imperfeição
Que seja! Portanto que seja!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Influências
Penso na importância da influência:impossível não reconhecer as pessoas que estiveram exercendo-a sobre mim. Sou capaz de lembrar de quem não vejo há anos, décadas – pessoas que me acompanharam em alguma fase da minha existência (professores, familiares, amigos, vizinhos, amizades curtas etc), e que de alguma forma exerceram uma influência significativa para as minhas escolhas e atitudes.
Agradeço tanto as que me que desrespeitaram, quanto aquelas que elucidaram as minhas maiores virtudes. Tanto as que fui muito próximo, quanto as que nem sequer conheci. Suas mensagens chegaram ao meu conhecimento, e certamente foram importantes para que eu pudesse captar essas informações e absorvê-las do meu modo, meu enriquecimento espiritual.
Até mesmo as pessoas que de certa forma nos atacam são importantes, pois nos mostram como não gostaríamos de ser, e até como devemos ser gratos por ter certas qualidades e habilidades. É através das consequências dos atos, das descobertas das diversas realidades e fatos, e ainda da ação que resulta destas e de outras associações, é que aprendemos a identificar as influências que cada matéria deste mundo exerce em nosso cotidiano.
Da coesão e da coerência nasce um bom texto. Da adoção e realização dos componentes da inteligência vive bem um ser humano bom. Da política que exercemos, da economia que sobrevivemos, nossa cultura se estabelece conforme os dias passam. Da liberdade que temos, das informações que agrupamos, formamos grande parte da nossa personalidade. Da experiência que tivemos, do senso crítico que formamos, quebramos diversas ‘realidades’. Do reconhecimento das boas influências, da prorrogação dos seus contatos, positividade e fortalecimento se entrelaçam.
A relação entre o que queremos e o que gostaríamos de fazer ou ser nem sempre é colocada em prática. As vezes acostumamos a viver situações no ‘piloto automático’, agindo de um modo espontâneo, certamente natural, mas que não satisfaz o verdadeiro contentamento do ser. O mundo subjetivo que vemos é regido pelo que criamos, que está diretamente ligado a dependência daquilo que nos influencia, e o que damos importância rege fases à medida que sua relação com o tempo dura. É imprescindível saber reconhecer as influências. O aprendizado que é inerente a vida não deveria ser tão menosprezado.
A sabedoria de Sidarta (o Buda), O perdão de Jesus Cristo, o mistério dos egipicios, a inteligência dos filósofos gregos, o poder dos maçons, a percepção de Mendel e Galileu Galilei, a audácia de Maquiavel, a confusão de Dom Pedro, a serenidade da Princesa Isabel, a ganância de Napoleão, a obstinação de Bin Laden, a ternura de Charles Chaplin, a genialidade de Einsten, o romantismo de Pablo Neruda, a criação de Shakespare, o radicalismo de Getúlio Vargas, a crueldade de Hitler e cia, a perseverança de Che Guevara, a resistência de Mandela, a irreverência de Elvis Presley, a realidadede Bob Marley, a inspiração de Jimy Hendrix, a persuasão dos Beatles, a atitude do Sepultura, a humildade de Silvio Santos, a criatividade de Chico Buarque,a competência de Chico Anísio,a infidelidade de Collor,a sensibilidade de Lenine, a garra de Lula, a arrogância de ‘Bush Tio Son’, o humor de Marcelo Adnet,entre outras características e pessoas influenciaram gerações ao longo de nossa ‘recente’ história.
Minha maior influência está no aprendizado do meu dia a dia, e, principalmente, nos sinais que Deus me envia. Estes sinais já ultrapassaram o limite da crença, e, hoje, fazem parte da minha certeza de Sua existência. Graças a Ele, o caminho que escolheu para mim, as pessoas que têm cruzado este caminho, e às habilidades que Ele me concedeu, posso ser uma boa influência para quem sabe reconhecer minha espiritualidade e minha motivação em prol da cooperação, e através das minhas mensagens comprovo que minha missão aqui na Terra é fazer, repassar, entender e fortalecer o Bem.
As nossas influências estão diretamente ligadas às influências que exercemos sobre as pessoas que estão ao nosso redor. É preciso ter inteligência para reconhecê-las, sabedoria para escolher as que se encaixam com nossas realidades e responsabilidade para lidar com estas. ESPERO PODER SER ÚTIL!
Dica de música para o texto relacionado: Lenine - Só o que me interessa
(''Quando eu olhar pro lado eu quero estar cercado só de quem me interessa'')
Dica de música para o texto relacionado: Lenine - Só o que me interessa
(''Quando eu olhar pro lado eu quero estar cercado só de quem me interessa'')
terça-feira, 28 de junho de 2011
Imprescindível
Uma galáxia que pouco sabemos sobre; satisfeitos por termos visitado a Lua e adquirido conhecimentos a respeito de Marte; enquanto exploramos as características extraterrestres tentamos entender o que se passa neste nosso planeta.
Dividido por seis continentes e atualmente com mais de 6 bilhões de habitantes, sabemos que por aqui já fomos quadrúpedes, já passaram os dinossauros, os hunos, os impérios, os ditadores, e, pra quem acredita, até Jesus Cristo.
O Brasil é o quinto maior país do mundo,tem aproximadamente 200 milhões de pessoas, e está subdividido em cinco regiões, que abrigam inúmeras culturas, dialetos, e gente de todo lugar do mundo. Ainda com muitos resquícios da Coroa Portuguesa, hoje é um dos países mais promissores do mundo, mesmo ainda não sendo um país desenvolvido e tendo representantes muito aquém do esperado.
São Paulo é a quinta maior cidade do mundo e uma metrópole que não para de produzir e sastisfazer as mais diversas necessidades de seus habitantes. Abriga inúmeras tribos, possui bairros e ruas específicas para um determinado público-alvo (noivas, instrumentistas, motoqueiros, etc) e a vida noturna não para um minuto.
Mas por que destas informações, se a maioria delas é do conhecimento de todos? Apenas para entender do que se fala, ressaltando suas características num formato de foco. Como na meditação.
É normal ouvirmos e até falarmos a expressão ’Parar pra pensar’, mas você já parou realmente para pensar? Já meditou alguma vez na vida, ou ainda acha que só os budistas ou os praticantes de yoga são capazes disso? O tema de hoje é sobre nossas escolhas, opções, visões, automatismos e autoconhecimento. Tudo isto, e muito mais, fica mais claro quando meditamos a respeito.
Diante tanta injustiça mundo afora, desigualdade, assassinatos, fome, enfim, sofrimento, ainda temos que lidar, principalmente, com as situações que surgem ao nosso redor. Como eu sempre digo: Quem foi que disse que a vida seria fácil? Eu não conheço um que tenha dito. Por isso, entre outras coisas, é sempre bom se manter fortalecido, atento, saudável, com as emoções resolvidas, e nada melhor do que estar em paz consigo mesmo para enfrentar as situações adversas que a vida, por algum motivo, traz para gente.
Nada como a meditação: uma viagem interna, uma reflexão sobre o presente, o passado e o futuro, um momento de relaxamento para fortalecer o autoconhecimento, um tempo para si mesmo – necessário diante tantas informações e preocupações do cotidiano.
Meditar não significa apenas sentar com as pernas cruzadas num lugar silencioso, ter concentração na respiração, manter constante a contemplação e ficar calado – esta situação é a mais aconselhável, mas meditar é muito mais do que isso. Os resultados de uma boa meditação transcendem a paz de espírito. A energia que se pode acumular com esta simples atividade é impressionante, fenômenal. A satisfação posterior à prática é algo incrível. Fruto da positividade e da relação harmoniosa da alma com a mente e o corpo, a renovação é certa.
Sabemos que todas as nossas emoções, pensamentos e atitudes partem de nós mesmos, e que acabamos agindo impulsivamente grande parte da nossa vida, então, por que não reservar alguma hora do dia para poder fortalecer nossos conceitos, nosso espírito, nosso íntimo em uma conversa reflexiva?
Lembranças, esclarecimentos, concentração e muito mais. Para compreender melhor os benefícios da meditação é imprescindível que você pratique. Garanto que os resultados serão positivos.
Espero ler seu comentário após você ter meditado. Torço por isso!
terça-feira, 31 de maio de 2011
Uma poesia...
Para não para.
Para não para não.
Para para?
Para. Para.
Não para não.
Não para para.
Para para não.
Para não.
Para não?
Não, não para.
Não não para.
Para não para.
Não para.
Não. Para. Não.
Para compreender as situações
não basta enxergar e/ou ouvir
para entender seus significados
não basta apenas interpretá-los
para conhecer tem que analisar
não basta querer acreditar
para saber a realidade dos fatos
não basta apenas conhecer as palavras
para entender o que está sendo dito
não basta apenas prestar atenção
para saber o que foi vivido
não é preciso que faça sentido
para que faça parte da verdade
não é preciso que haja provas
não é preciso que haja provas
para que faça parte da verdade
não é preciso que faça sentido
para saber o que foi vivido
não basta apenas prestar atenção
para entender o que está sendo dito
não basta apenas conhecer as palavras
para saber a realidade dos fatos
não é preciso que faça sentido
não basta querer acreditar,
para conhecer, tem que analisar.
não basta apenas interpretá-los.
para entender seus significados
não basta enxergar e/ou ouvir
para compreender as situações.
não é preciso que faça sentido!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
E a paquera? Ainda existe?
Há quase um mês, estava conversando com alguns amigos no bar (pra variar), e no meio da descontração uma amiga da turma disse que a paquera está fora de moda, não existe mais. Na hora fiquei inconformado, e disse que a paquera existe em qualquer lugar (nas ruas, metrô, bares, faculdade, etc.) – basta que duas pessoas troquem olhares de uma forma ‘diferente’ para ela então surgir. Os outros integrantes da mesa concordaram comigo, se aliando a discórdia da afirmação citada pela menina.
Em seguida ela disse: ‘’Hoje o cara chega, nem troca idéia. Beija, e ‘sai fora’ ‘’. Aí sim pude entender do que ela estava falando. Mas concordei em partes. Não por achar que estava errado o que ela havia dito. Pelo contrário. Faz muito sentido. Mas em achar que só porque uma grande parte das pessoas acaba ficando assim, que a conquista não existe mais. Inclusive ressaltei: se não acontece mais com você é porque você aceita esta situação. Enfim... partindo desta conversa ocorrida que inicio minha reflexão.
Hoje vivemos num mundo totalmente diferente do que aquele onde nossos pais se conheceram, principalmente neste contexto de paqueras e conquistas. Antigamente, os bons costumes, os bons modos, o charme e a elegância contavam muito, mas muito mais do que nos dias atuais. Mesmo não tendo nascido no meio do século passado, estou certo que minha afirmação tem sentido. E como tem. (lembrei agora de minha adolescência, quando os adultos diziam que na época deles não existia esse negócio de ‘ficar’. Hehehe.)
Atualmente não existe uma ordem, um conceito, um modelo de como as relações devem se estabelecer. Tudo depende do que cada um procura – se não pela fase que está passando, pela vontade momentânea de concretizar um desejo que surge. Cada um é livre, faz o que quer e no momento em que achar viável. Falo como paulistano, do que vejo em minha cidade e sobre o que passo também, neste contexto de relacionamento entre os jovens. Antes de tudo, é bom deixar claro que não gosto jamais de generalizar, que o que falo e o que penso é o que vejo, sinto, e que pude absorver nas situações que passei, e das idéias que troquei. Enfim...
Hoje é quase impossível encontrar pessoas que esperam achar a sua ‘cara-metade’, alguém para preencher todas as suas necessidades afetivas e que ocupe o cargo do tão sonhado pai, ou mãe de seus filhos. Algumas pessoas até esperam encontrar alguém legal, engraçado (a), fiel etc., mas dificilmente deixam de se relacionar por isso, se guardam. E com razão. Ninguém merece ficar esperando alguém, principalmente quando nem mesmo sabe de quem se trata.
O mais comum e nada espantoso é termos relações com quem nem sequer conhecemos realmente. Nos permitimos ter essas relações, pois os aspectos que estes possuem acabam mexendo com nossas necessidades de realizações. Talvez a concretização da paquera não esteja mais na essência do outro, mas em sua beleza, no seu corpo que cativa; talvez na disponibilidade, na carteira recheada; talvez na química, no bom papo; talvez por buscar mais, ou talvez por não estar fazendo num determinado momento absolutamente nada. Independente do motivo, quem não gosta de dar um beijão na boca?
Sinto que estamos desiludidos quanto ao próximo. Talvez decepções que passamos. Talvez pelo desinteresse que notamos no próximo em querer conhecer o que realmente somos. Talvez por não ser nada difícil se relacionar é que as relações perderam um pouco do sentido que tinham no passado!
O fato é que a paquera sempre vai existir. E a conquista também. O que varia é o modo de como elas são efetuadas, realizadas. Independente de reclamações, como diz o ditado: ‘’quando um não quer, dois não fazem. ’’ Inclusive, existem lugares específicos (ruas, eventos, baladas, bares, etc.) nesta cidade para aquilo que se procura. Obviamente esta ciência não é exata porque as necessidades de cada um são relativas e nem sempre estão de acordo com os parâmetros exigidos por cada um. Além da dependência existente no outro.
Não é fácil encontrar alguém que tenha aquilo que realmente queremos, ou precisamos. Assim como não é fácil encontrar o emprego, a casa ou a faculdade ideal. Mas esta é a vida. Cheia de decepções, mas surpresas. Cheia de lamentações, mas alegrias. Assim, divididos e no meio da pressão que os dois lados – que parecem antagônicos, mas se complementam – exercem, a busca pelo nosso esperado merecido espaço deve continuar. Como diz a música Verbalize, do Natiruts, ‘’cresça independente do que aconteça!’’
Pra você que ainda não perdeu o romantismo e ainda acredita que vai encontrar um dia seu grande amor , eu digo: ‘Um amor’ não é algo que devemos procurar, mas sim descobrir. Ele aparece repentinamente, sem avisar, para então aguçar o que de melhor podemos sentir.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Realidade dividida
Em certas ocasiões nos sentimos perdidos, buscando entender certas aflições que nos desmotivam, que geram a insatisfação. Às vezes nossos pensamentos e comportamentos não estão de acordo com o aquilo queremos, e isto se torna claro quando avaliamos melhor os nossos sentimentos.
Em detrimento à felicidade estão os desejos que se confundem, as metas que não conseguem ser batidas, as frustrações consecutivas. Não há como não buscar novas opções. Das pancadas da vida, dos amores perdidos, das ilusões reconhecidas, não há como não notar uma parcela de tristeza, que nos incomoda, e que nos é imposta. Nessas horas gosto de lembrar da minha infância bem vivida, sem muitas preocupações, e daquela naturalidade que era mais fácil de expressar, e até muito mais reconhecida por sinal.
Já tive tanta sede de liberdade e de mudar o meu futuro, que às vezes me vejo sozinho, sem graça, e ainda esperando aquele futuro, que por inúmeros motivos, ainda não virou presente. Será que um dia some essa necessidade, que surge de repente, de querer fugir desse lugar? Será que as relações conseguem um dia se fortalecer a tal ponto que as ilusões cessarão? Será possível iludir as próprias ilusões? Acho difícil.
As pessoas inteligentes gostam de debater suas tristezas com àquelas que confiam, pois sabem que estes farão o possível para lhe dar uma nova visão, mais positiva, sobre a situação em questão. As pessoas infelizes não debatem, apenas querem falar e serem ouvidas, (isto não vale pra blogs, ein hehehe) levando para o próximo o peso de ter que aguentar os seus comentários sem sentido, exagerados, e muitas vezes apenas instantâneos. É difícil ver os aspectos da tristeza serem debatidos, tanto pelo que ela obviamente atrai, quanto pela nossa necessidade de querê-la longe. E porque cansa também. Mas é melhor manifestá-la, do que guardá-la, para que não se torne amargura.
Se por um lado certos momentos de tristezas acabam nos consumindo, por outro, certos momentos de alegria acabam nos iludindo. Ter ciência deste fato é conhecer um pouco sobre a vida, e reconhecer os momentos citados é um sinal de autoconhecimento. Confesso que admiro muito quem é capaz de agir constantemente seguindo aquilo que quer, sabendo diferenciar o que deseja com aquilo que deve ser feito. Não é fácil não se deixar levar.
Talvez, até saibamos o caminho que precisa ser trilhado para que nossos objetivos sejam conquistados, mas nem sempre queremos segui-los a risca, por motivos próprios, que muitas vezes- inconscientemente - nem querem, ou chegam a ser desvendados. Pela ausência da compreensão? Por comodismo da situação? Por falta de motivação, aparato? Talvez, talvez. Pode ser, pode ser. Pode ser TAMBÉM!
Na minha presente realidade dividida, o fruto da minha inspiração de hoje foi a primeira tatuagem que fiz(foto abaixo), que dentre outros significados nela presente, me diz que meus questionamentos sempre existirão, mas que devo seguir sempre aquilo que mais acredito, lembrando que a tristeza mora ao lado da felicidade.
Em detrimento à felicidade estão os desejos que se confundem, as metas que não conseguem ser batidas, as frustrações consecutivas. Não há como não buscar novas opções. Das pancadas da vida, dos amores perdidos, das ilusões reconhecidas, não há como não notar uma parcela de tristeza, que nos incomoda, e que nos é imposta. Nessas horas gosto de lembrar da minha infância bem vivida, sem muitas preocupações, e daquela naturalidade que era mais fácil de expressar, e até muito mais reconhecida por sinal.
Já tive tanta sede de liberdade e de mudar o meu futuro, que às vezes me vejo sozinho, sem graça, e ainda esperando aquele futuro, que por inúmeros motivos, ainda não virou presente. Será que um dia some essa necessidade, que surge de repente, de querer fugir desse lugar? Será que as relações conseguem um dia se fortalecer a tal ponto que as ilusões cessarão? Será possível iludir as próprias ilusões? Acho difícil.
As pessoas inteligentes gostam de debater suas tristezas com àquelas que confiam, pois sabem que estes farão o possível para lhe dar uma nova visão, mais positiva, sobre a situação em questão. As pessoas infelizes não debatem, apenas querem falar e serem ouvidas, (isto não vale pra blogs, ein hehehe) levando para o próximo o peso de ter que aguentar os seus comentários sem sentido, exagerados, e muitas vezes apenas instantâneos. É difícil ver os aspectos da tristeza serem debatidos, tanto pelo que ela obviamente atrai, quanto pela nossa necessidade de querê-la longe. E porque cansa também. Mas é melhor manifestá-la, do que guardá-la, para que não se torne amargura.
Se por um lado certos momentos de tristezas acabam nos consumindo, por outro, certos momentos de alegria acabam nos iludindo. Ter ciência deste fato é conhecer um pouco sobre a vida, e reconhecer os momentos citados é um sinal de autoconhecimento. Confesso que admiro muito quem é capaz de agir constantemente seguindo aquilo que quer, sabendo diferenciar o que deseja com aquilo que deve ser feito. Não é fácil não se deixar levar.
Talvez, até saibamos o caminho que precisa ser trilhado para que nossos objetivos sejam conquistados, mas nem sempre queremos segui-los a risca, por motivos próprios, que muitas vezes- inconscientemente - nem querem, ou chegam a ser desvendados. Pela ausência da compreensão? Por comodismo da situação? Por falta de motivação, aparato? Talvez, talvez. Pode ser, pode ser. Pode ser TAMBÉM!
Na minha presente realidade dividida, o fruto da minha inspiração de hoje foi a primeira tatuagem que fiz(foto abaixo), que dentre outros significados nela presente, me diz que meus questionamentos sempre existirão, mas que devo seguir sempre aquilo que mais acredito, lembrando que a tristeza mora ao lado da felicidade.
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